Qualquer dia vou fazer uma análise SWOT da minha vida. Neste momento os Pontos fortes e as Oportunidades são insuficientes para combater os Factores externos e os Pontos fracos. Depois da SWOT faço uma análise ABC e, através da insinuação da curva, determino o quanto grave é a minha dependência de figuras que não quero depender mas que os factos assim o revelam.
Não quero ainda fazer a post mortem Não quero ainda enterrar o assunto Não quero desistir já.
Vou analisar primeiro, definir um plano de contingência, aplica-lo e só depois voltar a tomar decisões.
O gráfico da minha vida anda feito montanha russa e já ando cansada de vomitar em cada looping………………..
Tenho amigos que me dão os Parabéns antes da data Tenho muitos amigos que me dão os Parabéns na data certa e ainda tenho mais amigos que só me dão os Parabéns depois.
Resumindo, levo 15 dias a ouvir Felicitações e afins...... e adoro! :D
Sacudo a água acumulada no impermeável que pouco me impermeabilizou e deixo que o sol me aqueça um pouco o espírito. Finalmente liberto-me da nuvem que me toldava a mente há demasiado tempo, sem sentido e sem coerência. Quebro as amarras que me prendiam ao fundo e finalmente venho ao de cima para voltar a respirar. Inspiro com força, expiro com vontade e solto os ombros em ares de alívio.
Is your secret safe tonight? And are we out of sight? Or will our world come tumbling down?
Will they find our hiding place? Is this our last embrace? Or will the walls start caving in?
(It could be wrong, could be wrong) But it should've been right (It could be wrong, could be wrong) Let our hearts ignite (It could be wrong, could be wrong) Are we digging a hole? (It could be wrong, could be wrong) This is outta control
(It could be wrong, could be wrong) It could never last (It could be wrong, could be wrong) Must erase it fast (It could be wrong, could be wrong) But it could've been right (It could be wrong, could be...)
Love is our resistance They keep us apart and they won't stop breaking us down And hold me, our lips must always be sealed
If we live our life in fear I'll wait a thousand years Just to see you smile again
Kill your prayers for love and peace You'll wake the thought police We can hide the truth inside
(It could be wrong, could be wrong) But it should've been right (It could be wrong, could be wrong) Let our hearts ignite (It could be wrong, could be wrong) Are we digging a hole? (It could be wrong, could be wrong) This is outta control
(It could be wrong, could be wrong) It could never last (It could be wrong, could be wrong) Must erase it fast (It could be wrong, could be wrong) But it could've been right (It could be wrong, could be...)
Love is our resistance! They keep us apart and won't stop breaking us down And hold me, our lips must always be sealed
The night has reached its end We can't pretend We must run We must run It's time to run
Take us away from here Protect us from further harm Resistance!
Ontem conheci a Isa. O final de tarde convidava a um passeio à beira mar. A caminho pensei para mim que nunca deveria ter ido viver para longe do mar... Faz-me falta o cheiro e a visão das ondas embrulhadas que me embrulham também os pensamentos…… e arrependo-me de decisões que nada têm a ver com o mar, nem com o assunto, nem muito menos com a Isa.
…Entre imperiais, jazz, batatas fritas e desabafos, suguei-lhe as vivências de uma experiência de vida igual à minha. Ouvi em minutos uma história de 5 anos, tão igual à minha de 5 meses. (com as devidas diferenças que o tempo faz acontecer).
…Fascinante ouvir a nossa história na boca e na vida de outra pessoa, como se as personagens, de repente, mudassem. Os nossos sentimentos, as nossas dores, os nossos receios vividos e sentidos por alguém que não somos nós. …A palmada nas costas em ares de compreensão fez-me bem. Bebi-lhe os conselhos e respirei em alívios de estados de espírito… afinal não era só eu que tinha cromos difíceis na minha caderneta.
Pedimos mais imperiais, mais batatas fritas e mais jazz enquanto o mar confirmava, em rebuliços, os ruídos de experiências complexas e agitadas como as nossas. Levámos o resto do tempo a rever a caderneta, e no fim ela confirmou-me, com o olhar complacente de quem já passou pelo mesmo, que não vale a pena lutar pelo cromo mais difícil, que o espaço continuará sempre em branco….. pelo menos , na caderneta dela, ainda está. Deixou de o procurar há 2 anos e revolveu este Mundo e metade d’outro, durante 5 longos anos, a batalhar por algo que nunca teve. Passados 7 anos, ainda lhe custa a lembrar as peripécias e os estados mais tristes da alma…não insisto nas perguntas, até porque lhe adivinho as respostas.
Vem-me à cabeça uma caderneta da Panini de Futebol que o meu irmão teve quando era miúdo e as lágrimas de felicidade de quando recebeu o cromo mais difícil. Regressei ainda a pensar que nunca deveria ter deixado de viver ao pé do mar, e voltei a arrepender-me de decisões que nada têm a ver com o assunto.