"Ouvi dizer que o nosso amor acabou. Pois eu não tive a noção do seu fim! Pelo que eu já tentei, Eu não vou vê-lo em mim: Se eu não tive a noção de ver nascer um homem. E ao que eu vejo, Tudo foi para ti Uma estúpida canção que só eu ouvi! E eu fiquei com tanto para dar! E agora Não vais achar nada bem Que eu pague a conta em raiva! E pudesse eu pagar de outra forma!
Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã, E eu tinha tantos planos pra depois! Fui eu quem virou as páginas Na pressa de chegar até nós; Sem tirar das palavras seu cruel sentido! Sobre a razão estar cega: Resta-me apenas uma razão, Um dia vais ser tu E um homem como tu; Como eu não fui; Um dia vou-te ouvir dizer: E pudesse eu pagar de outra forma! Sei que um dia vais dizer: E pudesse eu pagar de outra forma!
A cidade está deserta, E alguém escreveu o teu nome em toda a parte: Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas. Em todo o lado essa palavra Repetida ao expoente da loucura! Ora amarga! Ora doce! Pra nos lembrar que o amor é uma doença, Quando nele julgamos ver a nossa cura!
Estacionamos em contra-mão numa qualquer rua do Chiado. O arrumador é destemido e por isso dou-lhe uma moeda. Apreciamos os tectos da Brasileira e imaginamos os tempos em que Fernando Pessoa passava lá as tardes, em delírios de ópio, a escrever as palavras lindas que hoje lemos. O Chiado tem encantos ao virar de cada esquina e os teatros de rua que despontam a cada passo encanta-nos. Descemos o Carmo até ao Rossio e ganhamos fome ao subir outra vez até ao Bairro Alto à procura de um restaurante que esteve sempre lá mas que não conseguimos encontrar. O vinho está fresco, a comida picante e a companhia deliciosa neste jantar não programado de Domingo. Terminamos um jantar onde o humor e boa-disposição foram o prato principal (não desfazendo o Prawn Masala que tambem estava bom)
Voltamos ao Chiado e ouvimos a musica ao longe... Fomos ver e, admirados, ficamos até ao fim. É o 2º dia do Festival ao Largo, e a sobremesa, recheada pela Companhia Nacional de Canto e Dança de Moçambique, não podia ser melhor.
Não percam! O largo de S.Carlos é o local de eleição para este evento fantástico de entrada gratuita, até 27 de Julho.
Chego a casa com um sorriso que há muito tempo não tinha nos lábios. Os programas não programados são óptimos e, assim, as 2ª feiras são sempre muito melhores!
"On a dark desert highway, cool wind in my hair Warm smell of colitas, rising up through the air Up ahead in the distance, I saw a shimmering light My head grew heavy and my sight grew dim I had to stop for the night There she stood in the doorway; I heard the mission bell And I was thinking to myself, ’this could be heaven or this could be hell’ Then she lit up a candle and she showed me the way There were voices down the corridor, I thought I heard them say...
Welcome to the hotel california Such a lovely place Such a lovely face Plenty of room at the hotel california Any time of year, you can find it here
Her mind is tiffany-twisted, she got the mercedes bends She got a lot of pretty, pretty boys, that she calls friends How they dance in the courtyard, sweet summer sweat. Some dance to remember, some dance to forget
So I called up the captain, ’please bring me my wine’ He said, ’we haven’t had that spirit here since nineteen sixty nine’ And still those voices are calling from far away, Wake you up in the middle of the night Just to hear them say...
Welcome to the hotel california Such a lovely place Such a lovely face They livin’ it up at the hotel california What a nice surprise, bring your alibis
Mirrors on the ceiling, The pink champagne on ice And she said ’we are all just prisoners here, of our own device’ And in the master’s chambers, They gathered for the feast The stab it with their steely knives, But they just can’t kill the beast
Last thing I remember, I was Running for the door I had to find the passage back To the place I was before ’relax,’ said the night man, We are programmed to receive. You can checkout any time you like, But you can never leave! "
Dar as boas-vindas ao Verão. Fechar o chapéu da consciência e deixar passar os raios de calor Sentir arrepios e deixar-me levar…
Esquecer a chuva de Inverno que me tem caído pelo rosto Esquecer o frio que tantas vezes me tem gelado o Coração E deixá-lo entrar para me aquecer a Vida.
Li-o há bem pouco tempo na Viagem do Elefante e fiquei encantada com a sua escrita... não o conhecia e a ironia das suas palavras deixou-me com vontade de mais.
…És a areia fina da praia que me foge por entre os dedos sem dar conta És as ondas de um mar de inverno que me enrola a alma e me afoga o espírito…
Venho ao de cima para respirar mais uma vez e sacudo o cabelo com uma força demasiado tensa como que a sacudir também as más energias da mente. Inspiro as promessas Expiro os planos Relaxo da tensão que carrego nos ombros e que me faz doer as costas. E deito-me a ver passar as nuvens desenhadas com futuros que estão demasiado longe do presente.
Receio pelas decisões dos outros. Preocupa-me se as atitudes que tomam são, ou não, as mais correctas. - A Razão diz-me que não tenho nada a ver com isso, que não devo sofrer nem por antecipação, nem por motivos que não posso controlar. - O Coração teima em afligir-se pelas consciências alheias e diz-me que devo amar com mais força para entender melhor.
Um dia, aqui nesta Casa, deixei a pergunta no ar: “Parar de insistir é desistir?”As respostas foram variadas, a minha avaliação, mais variada foi…
Hoje, volto a deixar no ar, se parar de insistir será realmente desistir, ou se parar de insistir será, não mais que, dar o espaço necessário e a distância razoável para que as coisas se resolvam de forma segura, eficaz e fluida... sem danos colaterais
… parar-de-insistir pelo medo da nega, pelo receio do peso das tais consciências que me são alheias e pelas tais atitudes que não são as minhas...
de repente Fiquei com o coração fora do lugar Saiu-me do peito E sem efeito Saltou para onde não havia de saltar
Ao pé da boca o encontrei outra vez Repreendi-o mas nem caso me fez Ganhou vida sem eu querer E fez-me arrepender De atitudes que a Razão não quer ter.
Agora castiguei-o e fiz com que deixasse de rimar Voltei-o a por no lugar.......................... ............... Para voltar a bater no sitio certo
Falaram-me de uma receita fantástica de um doce de morangos com suspiros em cima... Frizaram-me bem que os ditos têm de ser escavacados no topo, para que a receita fique mesmo na perfeição. Entre trocas de receitas de pensamentos(demasiado)profundos, falaram-me também em 2ªs oportunidades que devem ser moralmente dadas.
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Também os meus suspiros andam escavacados e as 2ªs oportunidades moralmente dadas deviam ser punidas por Lei. Quem escavaca suspiros não devia ter moral para dar 2ªs oportunidades.... ainda para mais quando estas são dadas por consciencias que não estão devidamente sossegadas. Quem escavaca suspiros devia voltar a construi-los Quem escavaca suspiros devia cair em arrependimento
Quem escavacou os meus suspiros devia trazer o doce de morango, deitar a 2ª oportunidade fora e deixar o coração fazer o resto da receita.
Ser estranha_______________________________________-
"People are strange when you're a stranger Faces look ugly when you're alone Women seem wicked when you're unwanted Streets are uneven when you're down
When you're strange Faces come out of the rain When you're strange No one remembers your name When you're strange When you're strange When you're strange"