"I'm so tired of playing Playin' with this bow and arrow I gonna give my heart away Leave it to the other girls to play For I've been a temptress too long
Just give me a reason to love you Give me a reason to be a woman I just wanna be a woman
From this time unchained We're all lookin' at a different picture Through this new frame of mind A thousand flowers could bloom Move over and give us some room, yea
Give me a reason to love you Give me a reason to be a woman I just wanna be a woman
So don't you stop, being a man Just take a little look From our side when you can Show a little tenderness No matter if you cry
Give me a reason to love you Give me a reason to be a woman I just wanna be a woman 'Cause it's all I wanna be is all a woman, yea
For this is the beginning of forever and ever Its time to move over So tired of playing
So tired of playing Playin' with this bow and arrow I gonna give my heart away Leave it to the other girls, to play For I've been a temptress too long
Just give me a reason to love you Give me a reason to be..."
Os Bichos do Mato são difíceis de ser ver. Para se deixarem observar têm de se sentir confortáveis não só com o seu habitat como também com quem os rodeia e isso só acontece ao fim de várias visitas. As visitas deverão ser regulares e sem demasiadas excitações por parte do observador. Convém manter a calma e ter paciência para se conseguir algum feedback por parte do animal se não, corre-se o risco de o afugentar e então temos de começar tudo de novo outra vez. O Bicho do Mato crê-se singular, original e único. Como sabe que não existe outro igual (além da flor Narciso, mas como se aborda aqui apenas a fauna, deixarei a flora para outro Momento Discovery) impõe formas de estar por quem se interessa. Esta opressão faz parte de uma das suas formas de defesa que, tal como o ouriço, utiliza a sua armadura como protecção contra precipitações, ingenuidades e/ou até mesmo “boas-fés”.
Quando se aproximarem dum Bicho do Mato ajam com prudência mas, ao mesmo tempo, com descontracção e algum desdém. Ao fim de alguma convivência, poderão passar para contactos mais afáveis mas (deixo aqui o aviso) que, de um momento para o outro, este estranho e interessante ser, pode activar a armadura e aí terão dar início a todo o processo outra vez.
Perco-me em pensamentos…Imagino situações… … Traço entendimentos… planeio acções…
Paro no tempo e no espaço fluí-me a imaginação para outra dimensão Construo as perguntas… elaboro as respostas Mantenho conversas mudas Com personagens que estão à minha frente Olho-os...... mas não os vejo!
Deixem-me estar mais um bocadinho aqui______________________.
... Tens a mania que sabes tudo! Tens a mania que as coisas que fazes é que estão certas! Não dás ouvidos aos outros, pois não? Não queres saber da Razão e teimas em ouvir o Coração, não é? AGORA....... BEMFEITA! ... AGUENTA!
Disse-te tantas vezes para teres calma Avisei-te milhares de vezes! Os factos falavam por si...... e não quiseste ver..... agora: AGUENTA E NÃO CHORA!
Florence and the Machine - Cosmic Love (Live on KEXP)
"(...) I took the stars from our eyes, and then I made a map And knew that somehow I could find my way back Then I heard your heart beating, you were in the darkness too So I stayed in the darkness with you (...)"
Qualquer dia vou fazer uma análise SWOT da minha vida. Neste momento os Pontos fortes e as Oportunidades são insuficientes para combater os Factores externos e os Pontos fracos. Depois da SWOT faço uma análise ABC e, através da insinuação da curva, determino o quanto grave é a minha dependência de figuras que não quero depender mas que os factos assim o revelam.
Não quero ainda fazer a post mortem Não quero ainda enterrar o assunto Não quero desistir já.
Vou analisar primeiro, definir um plano de contingência, aplica-lo e só depois voltar a tomar decisões.
O gráfico da minha vida anda feito montanha russa e já ando cansada de vomitar em cada looping………………..
Tenho amigos que me dão os Parabéns antes da data Tenho muitos amigos que me dão os Parabéns na data certa e ainda tenho mais amigos que só me dão os Parabéns depois.
Resumindo, levo 15 dias a ouvir Felicitações e afins...... e adoro! :D
Sacudo a água acumulada no impermeável que pouco me impermeabilizou e deixo que o sol me aqueça um pouco o espírito. Finalmente liberto-me da nuvem que me toldava a mente há demasiado tempo, sem sentido e sem coerência. Quebro as amarras que me prendiam ao fundo e finalmente venho ao de cima para voltar a respirar. Inspiro com força, expiro com vontade e solto os ombros em ares de alívio.
Is your secret safe tonight? And are we out of sight? Or will our world come tumbling down?
Will they find our hiding place? Is this our last embrace? Or will the walls start caving in?
(It could be wrong, could be wrong) But it should've been right (It could be wrong, could be wrong) Let our hearts ignite (It could be wrong, could be wrong) Are we digging a hole? (It could be wrong, could be wrong) This is outta control
(It could be wrong, could be wrong) It could never last (It could be wrong, could be wrong) Must erase it fast (It could be wrong, could be wrong) But it could've been right (It could be wrong, could be...)
Love is our resistance They keep us apart and they won't stop breaking us down And hold me, our lips must always be sealed
If we live our life in fear I'll wait a thousand years Just to see you smile again
Kill your prayers for love and peace You'll wake the thought police We can hide the truth inside
(It could be wrong, could be wrong) But it should've been right (It could be wrong, could be wrong) Let our hearts ignite (It could be wrong, could be wrong) Are we digging a hole? (It could be wrong, could be wrong) This is outta control
(It could be wrong, could be wrong) It could never last (It could be wrong, could be wrong) Must erase it fast (It could be wrong, could be wrong) But it could've been right (It could be wrong, could be...)
Love is our resistance! They keep us apart and won't stop breaking us down And hold me, our lips must always be sealed
The night has reached its end We can't pretend We must run We must run It's time to run
Take us away from here Protect us from further harm Resistance!
Ontem conheci a Isa. O final de tarde convidava a um passeio à beira mar. A caminho pensei para mim que nunca deveria ter ido viver para longe do mar... Faz-me falta o cheiro e a visão das ondas embrulhadas que me embrulham também os pensamentos…… e arrependo-me de decisões que nada têm a ver com o mar, nem com o assunto, nem muito menos com a Isa.
…Entre imperiais, jazz, batatas fritas e desabafos, suguei-lhe as vivências de uma experiência de vida igual à minha. Ouvi em minutos uma história de 5 anos, tão igual à minha de 5 meses. (com as devidas diferenças que o tempo faz acontecer).
…Fascinante ouvir a nossa história na boca e na vida de outra pessoa, como se as personagens, de repente, mudassem. Os nossos sentimentos, as nossas dores, os nossos receios vividos e sentidos por alguém que não somos nós. …A palmada nas costas em ares de compreensão fez-me bem. Bebi-lhe os conselhos e respirei em alívios de estados de espírito… afinal não era só eu que tinha cromos difíceis na minha caderneta.
Pedimos mais imperiais, mais batatas fritas e mais jazz enquanto o mar confirmava, em rebuliços, os ruídos de experiências complexas e agitadas como as nossas. Levámos o resto do tempo a rever a caderneta, e no fim ela confirmou-me, com o olhar complacente de quem já passou pelo mesmo, que não vale a pena lutar pelo cromo mais difícil, que o espaço continuará sempre em branco….. pelo menos , na caderneta dela, ainda está. Deixou de o procurar há 2 anos e revolveu este Mundo e metade d’outro, durante 5 longos anos, a batalhar por algo que nunca teve. Passados 7 anos, ainda lhe custa a lembrar as peripécias e os estados mais tristes da alma…não insisto nas perguntas, até porque lhe adivinho as respostas.
Vem-me à cabeça uma caderneta da Panini de Futebol que o meu irmão teve quando era miúdo e as lágrimas de felicidade de quando recebeu o cromo mais difícil. Regressei ainda a pensar que nunca deveria ter deixado de viver ao pé do mar, e voltei a arrepender-me de decisões que nada têm a ver com o assunto.